terça-feira, 20 de agosto de 2013

Fritas e fritos

Eu que sempre bati no peito e disse que na minha casa nunca se fariam batatas fritas ou fritos semelhantes rendi-me aos meus desejos de fast food no último domingo à noite, talvez por estar deprimida pelas férias terem acabado.. Enquadrando os meus simpáticos leitores sempre fui uma anti-fritos pelo menos fazê-los e comê-los em casa. Se é para fazer asneiras alimentares e ficar a cheirar a fritos que seja longe de casa e de preferência no restaurante ou na casa dos outros. Somos um casal de alimento e com boa boca mas tentamos sempre ter uma alimentação saudável e equilibrada principalmente em casa. Só pecamos na fruta. Devíamos comer mais! Claro que cometemos os nossos excessos alimentares mas como Hipócrates disse há mais de 2500 anos somos o que comemos e devemos fazer um esforço que não é assim tão grande, porque pode comer-se bem e de forma saudável, para ter bons hábitos alimentares por nós e por quem nos rodeia.

E pronto. Esta semana as nossas corridinhas serão especialmente dedicadas às deliciosas batatas fritas que comemos sem dó nem piedade besuntadas por um molho diabólico que descobrimos no supermercado.


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Novo vício


Adeptos de desporto e em tempos áureos desportistas dedicados e em forma sempre gostámos de fazer exercício ou praticar algum desporto em conjunto. Visto que o futebol e o voleibol que são os nossos desportos-rei requerem mais gente temos privilegiado a descoberta de novos desportos, nomeadamente aquáticos. 
Depois de experimentarmos o paddling com sucesso e o windsurf (em que não nos demos muito bem dado a má forma do nosso equilíbrio e core) aventuramo-nos no catamarã, não daqueles gigantes mas um praticamente igual ao da imagem. Para além de ser divertido e óptimo para fortalecer a parte superior do tronco é desafiante. Exige concentração, força e espírito de equipa. Agora consigo ter uma vaga muito vaga ideia daquilo que aqueles malucos das competições de catamarã passam. Costumamos assistir ao America's Cup World Series e de facto é um desporto é majestoso e impressionante.
Claro que rapidamente ele cumpriu os requisitos essenciais para bem navegar no catamarã. Eu tive mais dificuldades em assimilar o significados dos termos técnicos e na mudança de direcção da vela. Passámos umas boas horas a navegar pela Lagoa de Óbidos que para além de ter uma Escola de Desportos Aquáticos 5 estrelas tem um bar/restaurante de "comer e chorar por mais". Os estrangeiros que estavam em maioria que o digam. Eles bem sabem tirar proveito do que este país tem de melhor. No final do dia ainda apanhámos uma chuvinha e nevoeiro (típico naquela zona, dizem) que nos fez lembrar que o Verão não dura muito e que o outono e inverno aparecem daqui a uns meses e nós não estamos preparados!
Claro que no dia seguinte os abdominais gritavam connosco (mais os dele), basicamente para nos mostrar que não estão em plena forma e que precisamos de investir mais neles. Mas vamos com certeza lá voltar, pelo desporto que superou as expectativas, pelo espírito, pelo bar e vista fantásticos e pela boa companhia que vale por tudo.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Eles andam cá por casa


Ás vezes tenho a sensação que os "alter egos" do Ronaldo e do Mourinho vivem cá em casa. Só ainda não descobri quem é o Ronaldo e quem é o Mourinho. Têm "egos" tão parecidos e de tal tamanho que é difícil distingui-los...

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Voltei...


de Vila Moura - Alvor - Sagres - Carrapateira - Arrifana - Aljezur - Odeceixe - Zambujeira do Mar- Porto Covo - Meco. E já me apetece voltar...custa tanto regressar de férias...posso chorar, fazer birra e atirar-me para o chão!? Belas fériaszinhas que passámos. Houvesse mais tempo e tostões e fazíamos o percurso inverso até Viana do Castelo. Partilho com vocês alguns apontamentos das nossas abençoadas férias.

- Primeiro que tudo fartá-mo-nos de rir. Rir até chorar, rir alto, rir agarrados à barriga, rir até eu cuspir a água que tinha na boca (sim, que porcaria!), enfim...rirmos muito.
- As melgas não nos deram descanso. Fiquei com "babas" nas pernas que me envergonharam na praia. E eu que tenho sangue ruim não costumo ser picada! Será que me estou a tornar numa pessoa mais docinha!? Duvido.
- Adormecemos na praia a ouvir conversas super interessantes (ou não!) das pessoas que decidem colocar as toalhas praticamente em cima das nossas e fazem questão de falar alto e algumas vezes em mau português para toda a praia ouvir.
- A água de forma geral estava geladérrima (mas muito limpinha diga-se de passagem) ao ponto de andar a espirrar consecutivamente na praia e ficar com uma dor de garganta que quase nos estragava as férias. A praia em que conseguimos ficar mais de 3 minutos dentro de água foi em Sagres.
- Viemos com um bronze saudável e não tivemos que ficar horas a torrar na praia. Fizemos no máximo 4 horas de praia por dia e pusemos protector solar. Somos gente preocupada com a nossa saúde e não queremos envelhecer cedo demais estas peles jovens e magnificas.
- Fizemos muitos kilómetros por entre montes e vales pelas estradas nacionais (há que poupar o dinheirão das portagens) e confirmámos que há de facto gente perigosa por estas estradas fora. Gente que não sabe fazer ultrapassagens, que excede para lá do aceitável os limites de velocidade ou contrariamente pensa que o carro não passa dos 50 km/hora.
- Demos por nós a comentar que as pessoas no Sul pareciam mais lentas. Fosse num restaurante, no supermercado, na praia, na rua, a molenguice era mesma. Mas de facto chegámos à conclusão no final das férias que não são eles que são lentos... somos nós gente da Capital que somos acelerados e stressados. 
- Levámos pouco agasalho confiantes que as noites no Sul são quentinhas. Pura ilusão! As noites no Algarve e no Alentejo são frias e nós sentimos bem isso na pele. Não fosse o camisolão dele do Deportivo da Corunha que comprámos sem Compostela há uns anitos e tinha morrido de frio.
- Não vimos as enchentes de outrora no Algarve, mais precisamente em Vilamoura. Talvez a Marina tenha sido o sítio onde mais gente junta vimos. Muitos espanhóis, ingleses e franceses entre os tugas. Os grandes carros e as caras larocas bronzeadas continuam a manter a tradição da noite algarvia.
- Na Costa Vicentina a música foi outra. Desde as pessoas, às praias, esplanadas, vilas, é de facto encantadora. Já conhecíamos grande parte mas este ano decidimos não ficar só pelas praias e fazer alguns passeios turísticos.
- Passámos na Zambujeira do Mar assim como quem não quer a coisa e como se previa a canalha toda do Festival do Sudoeste já circulava por lá. E nós bem gostávamos de nos juntar a eles pelo menos no dia 8 mas sorte a minha nesse dia já tinha que estar em Lisboa...
- Ele aventurou-se a fazer paddling no mar enquanto eu que sou uma "menina" preferi as águas mais calmas de Alvor para praticar. Mas já estamos uns "prós" na modalidade!
- Para quem gosta de Campismo ou mesmo não gostando não tem outra alternativa "low-cost" para dormir, aconselho vivamente o Parque de Campismo de São Miguel em Odeceixe. Desde o espaço, casas de banho, a comida até ao atendimento é de facto 4 estrelas. Foi o parque com melhores condições que vi até hoje. Consegue ser melhor que o da Vila de Sagres e o da Cerdeira no Gerês.

Posto isto o pódio das Vilas fica da seguinte forma:
Ouro - Sagres (apesar da ventania que já é um cartão de visita é um sítio que não dispensamos ir vezes sem conta. Não tem muito mas tem tudo).
Prata - Odeceixe (A praia é óptima, come-se bem, a Vila é encantadora e de gente simpática).
Bronze - Aljezur (Tínhamos prometido que nunca mais voltar mas como "pela boca morre o peixe" e de facto as praias de Aljezur são uma paragem obrigatória lá nos rendemos).

Quanto às praias ditou que ficasse assim:
Ouro- Praia de Odeceixe
Prata- Praia do Beliche
Bronze- Praia da Arrifana
Lata - Carrapateira (estava bandeira vermelha e só nos banhámos até ao joelho. Bah!)

Lancemos agora foguetes porque na próxima semana há um feriado e com certeza muita gente faz "ponte" ou tem a semaninha de férias ou quase como é o nosso caso.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Fui...

...de férias porque apesar de pobre também sou gente. Prometo ser breve e regressar com novidades ao quadrado e contar-vos tudo (ou quase tudo) sobre a nossas ricas férias. Estávamos indecisos se íamos para Saint Tropez ou Miami mas decidimos ficar por Portugal para ajudar a Economia, claro. Façam o mesmo e portem-se mal! Boas férias para quem vai no mês do Tuga e aguentem-se os que já foram ou só vão nos próximos meses. 






1 minuto da vossa preciosa atenção

Apanhei este texto algures e decidi partilhar com vocês.


“A minha mulher adoeceu. Estava constantemente nervosa por causa dos seus problemas no trabalho, vida pessoal e das suas falhas e problemas com os nossos filhos. Perdeu cerca de 13 quilos e pesava pouco mais de 40 quilos aos 35 anos. Ficou demasiado magra e chorava constantemente. Não era uma mulher feliz. Tinha dores de cabeça constantes, dores no peito e tensão muscular nas costas. Não dormia bem, adormecia somente de madrugada e cansava-se muito durante o dia. A nossa relação estava à beira da ruptura. A sua beleza começava a abandoná-la. Tinha papos debaixo dos olhos, andava sempre desgrenhada e parou completamente de cuidar de si. Recusava trabalhar no cinema e rejeitou vários papéis. Perdi a esperança e pensava que nos divorciaríamos em breve… Foi então que decidi tomar algumas medidas. Afinal, eu tenho a mulher mais bonita do mundo. Ela é a mulher ideal para metade dos homens e mulheres do planeta e eu era o único a ter o privilégio de adormecer ao seu lado e de poder abraçá-la. Comecei a mimá-la com flores, beijos e muitos elogios. Surpreendia-a e tentava agradá-la em todos os momentos. Enchi-a de presentes e comecei a viver apenas para ela. Só falava em público a seu respeito e relacionava todos os assuntos com ela, de alguma forma. Elogiei-a a sós e em frente a todos os nossos amigos. Podem não acreditar, mas ela começou a renascer, a florescer… Tornou-se ainda melhor do que era antes. Ganhou peso, deixou de andar nervosa e ama-me ainda mais do que antes. Eu nem sabia que ela podia amar tão intensamente. E então percebi: ‘A mulher é o reflexo do seu homem’”.

Texto publicado na revista americana “Identity Magazine”, sob o título “Um Segredo de Amor” por Brad Pitt

terça-feira, 30 de julho de 2013

Estou preocupada...


Tenho andando a ver vestidos de noiva... a pensar em Igrejas, sítios para o copo de água, nas minhas maravilhosas madrinhas mas...não vou casar nem nada que se pareça. Será que depois do relógio biológico (que já voltou a adormecer) tocou o relógio matrimonial!? Estou preocupada. De facto o dinheiro também é um entrave e bem me podem dizer que sempre posso casar nas Noivas de Santo António mas com todo o respeito não é algo que me cative para não dizer pior. 
Há quem diga que o "casamento" está em crise, que não vale a pena casar, que não passa de um papel mas para mim, para nós, é uma cerimonia especial em que partilhamos o nosso amor com pessoas que realmente gostamos e que gostam de nós. Sim, mas para isso fazes uma cerimonia intima e pronto, dirão alguns. Mas eu quero vestir um vestido de noiva (mesmo que digam que é um desperdício porque só se usa uma vez), quero entrar naquela Igreja magnifica bem perto da nossa casa (não, não me vou casar na praia como ele ousou uma vez sugerir) e partilhar aquela celebração religiosa com os meus amigos, a minha família. Apesar dele não ser católico e inicialmente não querer casar pela Igreja, mas já o consegui convencer com a minha admirável capacidade de argumentação (que vence qualquer um pelo cansaço) e até consegui fazê-lo mais religioso (não católico) e menos céptico em relação à vida.
Eu acredito no casamento quando construído sobre uma sólida base de amizade, respeito, lealdade e claro muito amor. Não há casamentos perfeitos porque somos todos uns bichos imperfeitos mas acredito que há finais felizes, histórias de amor autênticas e pessoas que acreditam no amor em todo o seu pleno. Não me vou descabelar nem atirar para o chão se não casar porque no fundo já somos praticamente casados (medo!) mas se pudermos e se quisermos na altura que considerarmos ideal faço questão de casar de véu e grinalda.
E já agora, uma das minhas melhores amigas e que com certeza será uma das minhas madrinhas faz hoje dois anos de casada. Foi um casamento simples, bonito e intimo. Tudo a ver com eles que todos os dias me inspiram e são um exemplo mesmo sendo tão jovens que o casamento é um constante desafio mas que vale a pena.