quarta-feira, 3 de julho de 2013

Homens daqui e ali


- Os homens vão ser sempre eternos miúdos.
- Os homens conseguem ser tão ou mais complicados que as mulheres.
- Os homens não sabem viver sem as mulheres.
- Os homens adorem que as mulheres os tratem como crianças quando estão doentes.
- Os homens acham que a galinha da vizinha é sempre melhor que a deles.
- Os homens gostam mais do comer das mães do que das mulheres deles.
- Os homens são mais descarados (que as mulheres) a lavar as vistas.
- Os homens gostam de mulheres de salto alto.
- Os homens gostam de mulheres bem sucedidas (mas não mais do que eles).
- Os homens não compreendem porque é que as mulheres adoram doces, especialmente chocolate.
- Os homens gostam de mostrar aos amigos que são eles que vestem as calças em casa.
- Os homens trocam num piscar de olhos os amigos pelas mulheres.
- Os homens a passear cães ou carrinhos de bebé têm sempre um ar amoroso.
- Os homens preocupam-se com o tamanho.
- Os homens preferem conquistar a serem conquistados.
- Os homens não sabem dançar.
- Os homens adoram carros como as mulheres adoram sapatos.
- Os homens são mensos convincentes do que as mulheres.
- Os homens preferem SMS's a falar ao telefone.
- Os homens têm dificuldade em reparar nos pormenores.
- Os homens acham que as amigas da mulher são chatas.
- Os homens adoram culpar as mulheres.
- Os homens nunca vão compreender porque é que as mulheres demoram tanto tempo a arranjar-se.
- Os homens adorariam que não existisse a TPM.
- Os homens são machistas.
- Os homens conseguem ser tão intriguistas como as mulheres.
- Os homens gostam de deixar as decisões domésticas nas mãos das mulheres.
- Os homens não compreendem que as mulheres tenham amigOs.
- Os homens conseguem ser tão bons pais como as mães.
- Os homens têm mais sentido de humor que as mulheres.
- Os homens deixam-se levar mais facilmente pelas aparências.
- Os homens têm a memória mais curta que as mulheres.
- Os homens não gostam de desagradar as mãezinhas.
- Os homens são mais sinceros e as mulheres mais frontais.
...

E acho que não escrevo mais nada senão o Miguel dos "Azeitona" ainda me convida para escrever uma letra para ele.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Bem-vinda Croácia!

Pois é, ontem disseste adeus aos Balcãs e entraste no grupinho da União Europeia na pior fase possível mas nós já andamos de olho em ti há muito tempo e queremos conhecer-te. Estás na nossa lista de viagens para os próximos anos. Toca a encher o porquinho mealheiro que parece andar roto...












(imagens MSN)

quinta-feira, 27 de junho de 2013

É isso aí

Apesar da nossa casa ser pequeníssima, o caminho para lá chegar ser sempre a subir, de o estacionamento ser difícil, a calçada abolir quase por completo os saltos altos, a vizinhança ser de uma coscuvilhice que só em novelas e ser referenciada como uma zona perigosa para os turistas por causa dos assaltos, hoje sentimo-nos uns privilegiados por viver no coração de Lisboa, num Bairro típico e acolhedor que nos oferece coisas que mais nenhum sítio nos ofereceria. Gostávamos de um dia voar deste poiso e encontrar um espaço maior e mais confortável mas, sem dúvida, que gostávamos de permanecer nesta zona, sair do centro da capital não é uma hipótese se depender de nós. Quem aqui vive habitua-se facilmente a este ambiente. Viver aqui é um retomar de costumes antigos, de tradições com as quais crescemos os dois. As crianças brincam e gritam (que se fartam) na rua, os vizinhos dão sempre uma mãozinha quando é preciso, se faltar alguma coisa de emergência em casa temos as mercearias abertas até à meia-noite, a vizinhança cumprimenta-se na rua e estão sempre disponíveis para um dedo de conversa. Para não falar que temos vários restaurantes, bares e cafés para bem comer, conviver e fado sempre ao virar da esquina. Pessoas de diferentes faixas etárias, nacionalidades e classe social que convivem no mesmo Bairro. E isto sim é um Bairro. Há quem o intitule de envelhecido, degradado, pobre, perigoso e sabe se lá mais o quê mas só quem cá vive sabe realmente o que é Alfama.

Portas do Sol

Miradouro de Stª Luzia

Largo de São Miguel

Rua do Vigário

Miradouro de Stº Estevão


Largo do Chafariz

Rua dos Remédios

Rua das Escolas Gerais

Rua das Escolas Gerais/Igreja de São Vicente

Panteão Nacional

Feira da Ladra

 Santos Populares - Festas de Lisboa

(imagens Google)

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Desculpem mas nos últimos dias fui raptada...

 
 
Por churrascos de ficar com uma barriga de 3 meses. Aniversários. Gelados maravilhosos do Fragoleto. Chocos à Algarvia (feitos por mim) com um bom vinho branco (escolhido por ele). Poucas horas de sono (e muita rabugice). Ver o Benfica perder o campeonato de futsal para o SCP...Apanhar banhos de sol acompanhada por um bom livro. Beber água como se o mundo fosse acabar. Corrida habitual pela Ribeira das Naus. Comer uma bela fatia do "melhor bolo de chocolate do mundo" na companhia de duas grandes amigas. Discutir com o Apoio ao Cliente da MEO. Arrumar os Pátio pós-Santos Populares. Comer muitas cerejas e uvas (sem grainha, pois claro).  Receber a notícia que o G. e a C. vão ser pais e virem-nos as lágrimas aos olhos. Rezar para que este tempinho (vá, um bocadinho menos abafado) se aguente até Agosto para termos umas férias decentes. Fazer máquinas de roupa seguidas porque com este tempo até dá gosto secar roupa (chega ao ponto das peças de roupa parecerem carapaus estendidos). Ver uma lua magnífica na primeira noite de Verão decente. Ver as gravações dos episódios perdidos das "Páginas da Vida". E fico-me por aqui se não nem amanhã saio daqui. Espero que estejam a aproveitar bem este início de Verão e cuidadinho com este sol que é um verdadeiro cordeiro vestido de lobo!
 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Fácil fácil


A melhor coisa de nos zangarmos é podermos fazer as pazes.

Sejam felizes. Descompliquem!


P.S - Ando a ganhar coragem para fazer uma tatuagem (e ele apoia!) com um significado muito especial (não, não é o nome dele nem nada relacionado connosco, ainda não enlouqueci por completo felizmente) mas ando um pouco reticente em relação ao sítio... Até porque as tatuagens não são propriamente bem aceites no mercado laboral. Qual é a vossa opinião? Digam de vossa justiça (ou não).

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Confiança, essa malandra.


A confiança é um bem caro hoje em dia. Não é qualquer um que confia (e sabe confiar) e é confiável. Talvez tenha uma perspectiva bastante Hobbesiana sobre o Homem e o estado de natureza. Mas com isto não quero dizer que concorde que devamos ser pessoas desconfiados, calculistas e irremediavelmente pragmáticas. Mas todo o cuidado é pouco quando lidamos com a nossa raça. E com certeza toda a gente já sentiu isso na pele e isso condicionou ou não pensamentos, ideias e atitudes à posteriori com os outros.
Seja em casa, no trabalho, com amigos, namorado, marido, família, uma relação sem confiança tem os dias contados. Acredito que é a base de qualquer relação e quando esta não existe ou então é quebrada todos os esforços serão em vão para tentar fazer com que as coisas resultem. Cícero dizia que a gratidão é mãe de todas as virtudes e eu, na minha humilde opinião, acho que a confiança é a mãe de qualquer tipo de relação e a que faz com que todos os outros elementos da relação existiam, coexistam e evoluam.
É incrível como muitas vezes conseguimos gerar confiança rapidamente com algumas pessoas e outras estamos uma vida inteira para a alcançar. Incrível ainda quando ousamos depositar a nossa confiança em alguém como se fosse um dos bens mais preciosos que temos (e provavelmente é) e quando essa confiança não é correspondida ou é corrompida nos sentimos nus, desiludidos, frustrados, tristes. No fundo faz tudo parte da nossa capacidade de gerir expectativas, e isto não é claramente uma capacidade que nasça connosco, aprende-se dizem. Uns mais cedo que outros, uns mais rápido, outros mais lentos mas custa a enraizar-se em nós. Acho que não é fácil para ninguém agir, confiar ou sequer viver sem criar expectativas. Todos criamos as nossas, umas mais pragmáticas, outras mais idealistas mas todos as temos, e muitas vezes a desilusão, frustração, desconfiança vem da nossa incapacidade de saber gerir expectativas.
Precisamos de confiar para viver de forma equilibrada. Confiar em nós (principalmente), na nossa família, namorado, marido, cão, gato, no nosso Trabalho e em quem trabalha connosco, e claro nos nossos amigos. Sem esta base qualquer relação se torna meio cizento-rato, fria, distante e acaba por se perder no tempo. É importante mantermos a cabeça e o coração com a janela aberta e os olhinhos também porque há muito boa gente que não quer ver/aceitar a realidade acreditando somente naquilo que criou na sua cabeçinha. Mesmo assim  acredito que vale a pena correr o risco de confiar e desiludir-me do que não confiar e viver na expectativa, mas isto sou eu.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Bipolaridades do amor


Há dias em que gosto tanto dele que me dá vontade de sufocá-lo com beijos e abraços...mas há outros em que só me apetece por-lhe um par de patins e empurrá-lo rua a baixo até à Estação de Santa Apolónia ou então enviá-lo num Cruzeiro sem bilhete de volta. Será que sou normal? Estou prestes a enviar a minha dúvida para a revista Maria.