Quando levamos os problemas do trabalho para casa e vice-versa, consciente ou inconscientemente, o resultado não é animador... Vão por mim.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Fim-de-semana é sinónimo de...
Passeios nocturnos
Convívio com os amigos
Descansar
Por o pésinho na praia
Benfica x Sporting
Treino
Limpar a casa
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Tarefas domésticas
quarta-feira, 17 de abril de 2013
O Regresso
Onde é que nós estamos? Na final da Taça de Portugal passado OITO anos! E onde é que nós vamos? Para o Estádio do Jamor celebrar a grande e tradicional festa da final da Taça de Portugal e, claro, ver o nosso Benfica a dar show.
Mal podemos esperar pelo convívio com as restantes famílias benfiquistas. Já começámos a pensar nas carnes para o churrasco nas bebidas para os brindes e nos restantes acessórios para preparar o melhor piquenique lampião do Jamor e arredores. Fanatismos à parte há muitos anos que ando ansiosa para ir ver o Benfica ao Jamor. Apesar de estar a cair de velho, o Jamor é um velho cheio de classe e carisma!
Com a idade fomos valorizando cada vez mais os momentos de convívio com os amigos, família e mesmo com desconhecidos. No fundo são os momentos e experiências que vivemos que enriquecem esta nossa passagem pelo planeta terra.
As finais são para se ganhar é um facto mas mesmo que o Benfica não ganhe (ai se ele me ouve...) acho que só pelo convívio já vale a pena ir ao Jamor. É de facto uma festa do povo, de quem gosta de futebol mas acima de tudo para quem gosta de conviver sem qualquer complexo. Convidava os meus amigos sportinguistas a partilharem desta festa connosco. Acho que vai valer bem a pena e é bom que o tempo ajude e o árbitro não desajude.
Encontramos-vos no Jamor? Estamos lá à vossa espera.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Perspectivas quadradas #3
Confesso que partilhamos de um mal comum - não somos pessoas consensuais, aliás nunca fomos desde miúdos. Com isto quero dizer que não somos daquele tipo de pessoas e, neste caso, casalinho que toda a gente adora. Isso é bom e mau, como tudo. Ou nos adoram ou detestam, é um facto.
A parte boa é que os nossos verdadeiros amigos nos conhecem bem e gostam de nós pelo que somos, por aquilo em que acreditamos, transmitimos e como actuamos. Não nos rotulam pelo aspecto, dinheiro, ideologia, erros ou opções. Infelizmente já nos deparámos com pessoas assim a quem chegámos a chamar amigos. Mas de facto o tempo encarrega-se de nos mostrar quem realmente vale a pena na nossa vida...
Não somos daquele tipo de casal que aceita e concorda com tudo, que prefere passar despercebido e que tem receio de mostrar emoções e emitir opiniões. Gostamos de falar, de discutir, abraçar, rir alto, ás vezes extravasar e valorizamos (se calhar em demasia) a sinceridade e lealdade das pessoas que nos rodeiam. Exigimos aquilo que damos. Mas a verdade é que aprendemos a não criar expectativas demasiado altas em relação ás pessoas. Aprendemos que não podemos exigir que os outros sejam como nós.
Acreditamos que a amizade requer paciência, tolerância, respeito pelas diferenças, lealdade e sinceridade. Não sabemos lidar com pessoas que definem a amizade pelo estatuto social, imagem, interesse e coisas do género. Não acreditamos no politicamente correcto como desculpa para a falta de sinceridade e não nos relacionamos com pessoas que rotulam os outros pelo passado e passam por cima de tudo e de todos por ser belo prazer.
O erro, a desilusão, a ausência e as chatices fazem parte da amizade. Nós já errámos, voltaremos a errar e também já erram connosco e com certeza irão errar. Faz parte. Mas acreditamos que quando a base que une as pessoas é maior do que aquilo que as separa tudo se acaba por compor mais tarde ou mais cedo. Já tivemos provas disso!
No fundo gostamos de pessoas autênticas, que não têm receio das emoções, pessoas simples e de boa conversa, de riso fácil e abraço apertado. Pessoas que nos permitem sermos quem somos e nos tornam pessoas melhores, pessoas que dão sentido à nossa vida e estão sempre genuinamente dispostas a ajudar. Pessoas que sabem como nos chamar à razão e apoiar quando falhamos. Pessoas essas que são os nossos amigos, para quem abrimos (mais recentemente) as portas da nossa casa mas que já moram há muito tempo no nosso coração. Amigos que estão connosco há 10 anos, 5 anos, 1 ano e até à menos tempo. Por mais que não possamos passar o tempo que desejávamos com todos sabemos que quando é necessário não faltam à chamada. Obrigada.
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segunda-feira, 15 de abril de 2013
Nós queremos é Sol
(A mítica bola Nivea)
Claro que mal vimos o sol não resistimos e calçámos as havaianas e fomos "chinelar". Sim é um exagero mas se os turistas andam de calções e chinelos pelas ruas porque é que nós não podemos!? Quando olhamos para os nossos pés constatámos claramente que era a primeira vez (este ano) que eles viam os raios de sol. Ontem ainda apanhámos uns banhos de sol na esperança de ganhar alguma "corzinha", porque pelo andar da carruagem o Verão vai chegar mais cedo e nós (quer dizer, eu...) ainda estamos brancos como a neve...
Todos concordamos que o sol nos deixa mais bem dispostos, torna-nos mais activos, saciáveis, optimistas e faz-nos obrigatoriamente tirar roupa mais leve e colorida do armário. Cá em casa andamos ansiosos que o bom tempo chegue para ficar. Adoramos o Verão, a praia, as havaianas, os calções, as t-shirts coloridas, os churrascos, as esplanadas e o vólei e futebol de praia.
O sol faz maravilhas e ás vezes verdadeiros milagres!
Boa semana.
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sexta-feira, 12 de abril de 2013
Alguns dizem que...
as mulheres obedecem e mais nada!
"Nunca compreendi a mania, que muitos homens têm, de gostar de mostrar que mandam nas mulheres. Quando em grupo, muitos homens padecem deste mal. “Eu é que mando”, dizem enquanto fazem piadas sobre tudo e mais alguma coisa. “Lá em casa é tudo segundo as minhas regras. Faço aquilo que quero, quando quero e ela não tem opinião”, acrescentam. Só falta que se metam com o peito para fora enquanto gritam e batem com as mãos no mesmo. Por norma, nestas alturas, alguns amigos aplaudem como se estivessem a assistir a um discurso político. “Muito bem! Muito bem! Assim é que é”, dizem em uníssono.
E, de repente, o telemóvel toca. E quem está do outro lado? A suposta mulher submissa. Do que falam? Ninguém sabe. Mas a resposta deste tipo de homens é quase sempre a mesma. “Está bem querida. Vou já para casa”, dizem baixinho para que ninguém ouça. Depois de desligarem o telemóvel, segue-se o tradicional “pessoal, surgiu uma coisa e vou ter de ir embora. Depois falamos.” Este é um daqueles comportamentos que nunca irei compreender."
Este texto foi escrito pelo autor do blogue "Homem sem blogue". É um blogue que acompanho diariamente e já agora aconselho-vos vivamente. Decidi partilhar este texto com vocês porque costumo deparar-me diversas vezes com esta situação. E aposto que vocês também conhecem homens assim! Realmente é do tipo de postura que não se compreende nem se justifica, muito menos nos tempos que correm. Há quem ache piada, desvalorize, mas a verdade é que é ridículo um homem pensar e agir assim. Felizmente existe o contrário deste tipo de homens e eu dou-me por contente por ter um lá em casa e amigos também!
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Atenção!
Os homens deviam apreender que há determinadas alturas do mês da "mulher" em que têm que ter o dobro da paciência, serem mais sensíveis que nunca e evitarem contrariar-nos. Evitam-se muitas chatices se vocês, homens, conseguirem ligar este chip uma vez por mês. Não se preocupem que passado uns dias podem desligar e volta tudo ao normal, sim?
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