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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

E tenho dito!


Posso chamar tolerância a chegar a casa depois de um dia de trabalho de cão e ainda ter de lavar a loiça, fazer o jantar e tirar a roupa do estendal com um sorriso na cara. Isto intitula-se tolerância porquê, dizem vocês!? Porquê é importante não olharmos só para o nosso umbigo quando partilhamos uma casa. Eu chego cansada, ele também, a quem é que apetece fazer estas coisas todas? Ninguém. A verdade é que têm de ser feitas e alguém tem de ceder. 
Ceder não é sinónimo de fraqueza mas sim de tolerância, compreensão e respeito. Um dia é ele no outro sou eu. Partilhar uma casa com alguém obriga-nos a mudar e isso é positivo. Ninguém está suficientemente preparado quando dá este passo mas a verdade é que vale mesmo a pena quando as duas pessoas estão na mesma frequência. 
Tolerâncias à parte, deixem-me lamentar que hoje é segunda-feira e tive o dia todo de trombas para o mundo, como a maioria das pessoas com que me cruzei hoje. O arroz de atum que fiz para o jantar já está à nossa espera. Vou acordá-lo porque ele adormeceu que nem um patinho...está a ficar velho. E ainda tem pela frente uma noitada para trabalhar num Projecto. Eu fico com algumas horas para me atravessar na cama sem ninguém resmungar. Ah ah ah!

Até amanhã!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A lotaria de lavar a loiça


Quem gosta de lavar a loiça (sim lavar, não é por na máquina de lavar loiça) não pode viver neste planeta. Acho que é das piores tarefas domésticas, o que me vale são mesmo as luvas e o meu amigo Fairy milagroso (aconselho!).
Cá em casa temos uma calendarização semanal desta simpática tarefa para ninguém se esquecer (tipo eu), mas obviamente são raras as semanas que cumprimos. Na verdade, poucas vezes lavamos a loiça depois de comer.
Não sou obsecada com as tarefas domésticas mas gosto de ter a cozinha arrumada (quem me viu e quem me vê). E claro, quando vejo que está a ultrapassar o limite do aceitável começo a resmungar entre dentes e, claro, ele já sabe o que é…
Muito naturalmente lá vai ele em meu socorro, muito calmo, como se nada se passa-se dizer-me que já lava a loiça. Mas, claro, eu não quero esperar tem de ser no momento. E o que é que acaba por acontecer? Acabo por lavara loiça…
No final mais calma e com a cozinha a brilhar digo-lhe que as próximas três vezes são dele, e ele sorri. Acabamos os dois a olhar um para o outro a rirmo-nos porque no fundo eu sou uma exagerada e ele até é um rapaz cooperante e pró-activo nas lides domésticas.